quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

VLOG ALCATEIA #48 - Retrospectiva 2013 - FILMES

 
Eddie Van Feu, Ricky Nobre, Antero Leivas e Renato Rodrigues fazem o balanço desse ano fraco de filmes e escolhem os MELHORES, os PIORES e o filmes mais "marromenos" do ano.
 

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

VLOG Alcateia 47 - Resenha do livro "Não conte a ninguém" + Dogcast Livros 2013

 
Eddie faz sua crítica do livro de Harlan Coben.
No segundo bloco temos a volta do nosso Podcast com uma nova roupagem: hoje Eddie Van Feu, Carolina Mylius e Giovanna Zago revelam (Junto comigo) quais os melhores e quais os piores livros que leram em 2013.

E descubra PORQUE seremos banidos das livrarias no ano vem!!!!!!
 

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

RESENHA MUITO PESSOAL DA SHI CHELMINSKI




A ilustradora Shi Chelminski fez não apenas um super cosplay para a Feira do Livro de Porto alegre como fez também uma inspirada declaração de amor aos intrépidos Dragões de Titânia.
Valeu, Shi!
 



 ________________ RESENHA ________________
por Bruna Chelminski
"Acho que nunca deixei registrado em algum lugar sobre essa paixonite que eu tenho por Titânia. Quem é mais próximo já deve ter notado os fanarts que vira e mexe posto (menos do que eu desejo, na real) e também sobre os planos do meu mais recente cosplay Saw'ikk. Muita gente ficou meio perdida, quando soube que o cosplay era de um livro, não muito conhecido, e de uma personagem que podemos dizer que não aparece muito... (mas é super importante, TÁ.) Mas antes de falar sobre o cosplay em si, vamos começar pelo começo, onde tudo, tudo começou... há uns 2 verões atrás....
Feira do Livro de 2011. Como sempre, estava totalmente entulhada de livros, e já pensava em como diabos eu conseguiria ler tudo aquilo, e conciliar com os trabalhos da facul (a resposta foi simples: eu não consegui). Já me preparando para ir para casa, quase pobre, mas muito feliz, me deparo com esse elfo loirosso me encarando lá de longe de uma estante.




Olhei para a minha pilha de livros, para a minha carteira, e bem, não faz mal nenhum mais um, né? Como eu estava com muitos trabalhos,Cronos, esse lindo, acabou ficando de lado, junto com os outros tantos livros. Mas quando chegou o verão, eu consegui colocar em dia todas as minhas leituras. Por algum motivo que eu não lembro, eu acabei deixando Dragões de Titânia por ultimo. Eu acabei devorando esse livro em um dia. Eu tenho o costume de ler livros rápido, mas não tão rápido, pois gosto de aproveitar o livro. Mas eu acabei não conseguindo me segurar. Foi amor, AMOR.
É algo estranho de explicar.... não sei fazer resenhas, não me acho digna de fazer uma resenha, não espere uma resenha agora. Mas algo na história me seduziu completamente, que foi esse clima de "uma tarde jogando RPG de mesa com amigos". Na época eu estava começando a acompanhar os guris jogando D&D, já que meu namorado mestra, e eu sempre fui super curiosa a respeito...Não me lembro se na época que eu li eu já jogava, mas eu sempre gostei desse clima que eu senti desde a primeira vez que eu vi. Passou-se um tempo, voltando pra cidade depois do verão, eu adicionei o escritor, Renato Rodrigues, no facebook. Apenas isso, admito que tinha muita vergonha de entrar em contato com ele XD.Um ano passou, e depois disso tudo, eu achei o segundo volume de Dragões de Titânia. Dai tudo saiu do controle sajhdajhdahdhasdjhajdhasjhdjashdjasdasdhasjdasjhd. 
Após isso eu tive mais contato com o Renato, até perdi a vergonha de mostrar uns rascunhos escrotinhos que eu fiz naqueeeele verão. Poder falar com o autor de um livro que tu simplesmente é apaixonada, é uma sensação muito maravilhosa! Ele e a Eddie Van Feu são umas das pessoas mais queridas que eu já conheci, super simpáticos, e quando eu soube que viriam para a Feira do livro de Porto Alegre, eu cismei cismei que faria algum cosplay do livro, como uma forma de homenagem e de divulgação.(Por que esse livro precisa de mais gente lendo por favor.)A principio seria a Miranda, uma das personagens que eu mais simpatizei logo de cara. Mas lendo o segundo livro, me encantei ainda mais pela Saw'ikk. Uma elfa negona, TUDO O QUE EU QUERIA S2


 
Como só havia essa ilustração dela, e eu queria fazer algo um pouco mais detalhado, eu fiz algumas pequenas alterações e modificações. Alguns detalhes eu queria ter mantido, mas nem tudo eu consegui fazer a tempo. A costura em si demorou 3 dias para ser feita, e eu não pude terminar de fazer o cajado (até pq achei q n seria uma boa ir com ele para a feira do livro).

Acabei ficando muito mais preta do que o necessário, mas levemos isso como uma homenagem aos Drows XD Tirando isso, alguns detalhes do vestido não ficaram como eu queria, e algumas peças n paravam quietas como deveria ser... apenas pequenos detalhes que podem ser consertados. O cosplay em si não me agradou muito, alem do fato de que eu NÃO CONSIGO me gostar toda pintada assim XD(Muito obrigada Clara nega não tão nega por ter me ajudado a pintar S2)
Mas o melhor de ter usado o cosplay com certeza foi ter conseguido encontrar o Renato. Tirar foto com ele ter batido aquele papo foi muito, muito maravilhoso. Valeu toda a correria e stress que foi fazer o cosplay, tão em cima da hora e com pouquíssimo tempo (o por que eu explico em outro post....). E ele ainda me presenteou com a Dama da Montanha, o 3º volume da saga!

I'm such a happy child!


Isso tudo à exata uma semana. Eu queria ter feito esse post antes, mas eu quis antes de mais nada terminar de ler todo o livro primeiro. Eu simplesmente amei esse volume, cada vez me encantando mais com essa saga. Ano que vem, mais e mais cosplays! (Assim como eu espero mais e mais livros, viu Renato. Com o Shokozug comendo chocolate na capa.)"



terça-feira, 5 de novembro de 2013

MELHORES MOMENTOS DA FEIRA DE PORTO ALEGRE 2013


O cosplay da personagem Saw´ikk, uma elfa cinísia de Os Dragões de Titânia feita pela ilustradora Shi Chelminski foi o auge do fim de semana para esse pobre escritor carente.



Mas teve também muita gente bacana. É que a máquina fotográfica deu pau e tive que roubar as fotos aos poucos do Facebook:
















Para você que esteve lá, OBRIGADO! Sua presença lá esquentou nossos corações (Que andavam meio apertados de preocupação com a nossa Mel doente em casa). Gratidão a todos que puderam aparecer por lá pra conhecer nossas novas aventuras. Agora você também faz parte delas! (Se esqueci alguém aí em baixo, perdão! A memória de 32kbites já não é mais a mesma!)

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

terça-feira, 1 de outubro de 2013

CRÔNICAS DOS DRAGÕES DE TITÂNIA


O Livro de Pandora
por Renato Rodrigues
 
Existe um lugar que parece ficar longe daqui onde encontramos pelas ruas aventureiros, elfos, pégasus, gladiadores, gnomos, anões, dragões e outros bichos. Mas só parece que fica longe. Ele se chama Império de Titânia, o maior cidade do continente e o centro do mundo. Pelo menos é que acham os titanianos que costumam basear o centro do universo em seus próprios umbigos.
Seria o “umbigocentrismo”, como classificou certa vez Augustos Máximos Khosta, um (não tão) ilustre mago estrangeiro que tenta hoje a vida em Titânia. Como eu disse há pouco, essa terra  parece ficar longe, mas está na verdade ao alcance de qualquer um que queira se arriscar numa aventura. Todos os caminhos levam à Titânia, já dizia o dito popular.
– Mestre Khosta, já está a acordado? – diz um menino de voz esganiçada e excelente dicção.
– Que ééée, garoto?... Apague esse Sol que eu quero dormir...
– Mas o senhor me disse para vir acordá-lo cedo a fim de começarmos a trabalhar em meu novo estágio! – disse o jovem que não devia passar de 14 anos de idade.
– Budega... Quando foi que eu cometi essa sandice de contratar um aprendiz? Vá se embora e volte depois do almoço, Chester!
– O senhor quer que eu dê uma polida na capa de seu grimório antes?
– LARGA ISSO AÍ, seu bajuladorzinho... Me espere lá em baixo que eu já vou descer...
 
            Apesar do jeito ranzinza, Khosta devia ser apenas uns 10 anos mais velho que o jovem Chester Hitfield, seu recém empossado estagiário. Poderiam ser até irmãos. Khosta morava na Pensão da Adria, o lar também de seus amigos aventureiros que a essa hora já deviam estar por aí fazendo alguma “titanice”. Khosta adorava usar esses neologismos para classificar os hábitos beligerantes dos nativos locais. Vestiu-se adequadamente com sua roupa negra com uma estrela dourada no peito e desceu para comer algo levando consigo seu tão aclamado grimório, um livro de magia com inteligência própria capaz de realizar proezas que nem teve tempo suficiente de explorar.
            Depois do café Khosta chamou o menino e ambos subiram as escadas até o segundo andar da pensão.
            – A Adria disse que eu podia usar esse quarto para organizar uma biblioteca. O reitor da Escola de Magia me cedeu alguns livros e eu já encomendei outros com mercadores... sua tarefa será organizar isso tudo em ordem!
            Chester não conseguiu deixar de transparecer seu desapontamento afinal organizar livros é o que ele já fazia na biblioteca em seu estágio anterior. Achou que com Khosta, o sagaz arcano do Reino de Avalônia, o cérebro pensante de uma ordem militar em ascensão como os Dragões de Titânia, poderia praticar magias de verdade. Pensou que logo na primeira semana explodiria alguma coisa, levitaria pessoas, transmutaria metais e até impressionaria aquela menininha ruiva que sentava na frente da classe com algum sortilégio de amor que o tornasse menos insignificante.
            – Mestre Khosta, sem duvidar de sua incondicional sabedoria, essa tarefa não estaria aquém de minhas habilidades?
            – Um passo de cada vez, aprendiz... Os livros são seus melhores amigos! Cuide deles e eles cuidarão de você!
            Chester sorriu amarelo enquanto o seu professor deixava a sala balançando a capa negra, pegando uma maçã na mesa do corredor e descendo pelas escadas rumo a saída da pensão.
            Olhando àquelas caixas emboloradas cheias de livros e papiros cobertos de ácaros o garoto se perguntava por onde começar. Até que viu em cima da escrivaninha sua resposta.
            – O Livro de Pandora?
            Na pressa de se livrar do bajulador aprendiz, Khosta largou em cima da mesa seu precioso grimório. Era uma chance em um milhão de ter em mãos tão poderoso objeto de conhecimento pois o mago logo se daria conta de que estava sem ele. Um de seus amigos, o anão Telus, brincava que Khosta dormia abraçado àquele grimório. Outro amigo, Sylvester, dizia que ele até tomava banho com o livro debaixo do braço enquanto a freira Diane jurava já ter visto o mago levando livro para tomar Sol no parque . Tudo exagero. Menos a parte dele realmente dormir abraçado ao livro...
            Chester olhou para os lados e não vendo ninguém, fechou a porta, sentou à mesa e o abriu o grimório numa página qualquer.
A página estava em branco. “Muito argucioso. Deve ser algum feitiço de proteção contra bisbilhoteiros...” pensou o prodígio.
– Vamos começar com algo leve... Pandora, feitiço de invisibilidade! – ordenou.
E o artefato tremeu em suas mãos. Logo depois suas folhas foram passando uma a uma como se uma lufada de vento tivesse entrado pela sala e uma página aberta mostrava o feitiço pedido. Chester apenas o leu em voz alta e livro obedeceu... desaparecendo em cima da mesa.
– Iiihhhhhghg... Ai... – gaguejava o menino enquanto procurava apalpar o grimório em cima da mesa – Ah, que bom, ele ainda está aqui... Mas está... Redundantemente invisível!
O menino respirou fundo e com um tom mais cordial disse:
– Reverter, Pandora!
O livro se auto-folheou novamente ainda invisível e virou de ponta à cabeça em suas mãos.
– RAIOS, Pandora! Não foi isso que eu...
As páginas do livro voltaram a se mexer nas mãos do menino e quando pararam lhe derem um moderado choque elétrico jogando-o contra uma pilha de livros. Com os cabelos castanhos todos arrepiados e os óculos tortos ele se levantou tremendo e mais uma vez reclamou:
– Ora, seu... Ou sua... Droga de livro temperamental...
Foi quando se deu conta que o grimório caíra em algum lugar ali no chão. E ainda estava invisível, claro.
– Ohhh, carambolas... Onde você está, Pandorinha? Apareça por favor, Mestre Khosta deve retornar a qualquer momento e se souber que eu o usei... E que o fiz sumir... Ou que talvez o tenha incinerado com um raio eu vou perder muito mais do que um estágio...
Apavorado, correu para a janela e viu seu mestre retornando a pensão a passos largos.
– Pelas barbas do César, ele deu falta do livro! Cadê você, Pandora?... – Choramingava Chester ajoelhado ali no chão enquanto apalpava por cima dos livros espalhados até que achou o danado.
– Ah, graças a Zeus... Vamos lá: PANDORA, REVERTA O FEITIÇO DE INVISIBILIDADE!
As folhas passaram uma a uma enquanto o menino já calculava que Khosta deveria estar  subindo as escadas.
– Anda logo... Anda logoooo! – dizia em voz baixa por entre os dentes até que as páginas, ainda invisíveis, pararam. – O que houve?... Ah, não... eu pedi o feitiço e ele me deu! MAS EU NÃO CONSIGO VER!
Num estalo ele pegou um toco de grafite em cima da mesa depois colocou em cima da página aberta uma folha de papel em branco e começou a rabiscar. As letras do grimório, mesmo sendo mágicas, tinham relevo e só assim o garoto conseguiu ler o feitiço.
– CONUERTERE INUISIBILITAS!!! – disse Chester antes de um faixo de luz quase o cegá-lo.
Foi quando Augustos Khosta entrou de rompante na sala e apontou em tom acusatório:
– Aháaa, aí está você!!!
– Falou comigo, mestre Khosta? – respondeu Chester suando frio enquanto colocava um livro na estante.
– Há? Não... falei com... deixa para lá. – respondeu o mago indo em direção a escrivaninha onde estava o Livro de Pandora visivelzinho da silva e aparentemente intocado.
– Continue o bom trabalho, aprendiz. Depois pode voltar pra casa, amanhã retomaremos as aulas.
– Mestre Khosta, posso fazer uma pergunta? O senhor deixou o livro para trás de propósito, não foi?
O mago nada respondeu e Chester continuou:
– Foi para me dar uma lição sobre a importância de não se ir com sede ao pote, sobre aproveitar o conhecimento aqui nesses livros mais básicos antes de chegar aos estudos mais densos e poderosos, não foi?
– E a que conclusão chegou, aprendiz?
– Genial, brilhante como tudo o que o senhor faz, digno dos sábios filósofos de Spartáquia, absolutamente...
– TÁ BOM, agora já puxando o saco, babão... Cataloga isso aí direito e até amanhã!
O mago bateu a porta antes de sair enquanto o rapaz ficou ali em sossego pensando na valorosa lição que aprendera com seu mestre. E do lado de fora, Khosta abraçava o livro dizendo em voz baixa:
– Perdão, Pandorinha, eu juro que não te esqueço mais por aí!
 

Fim

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Esse foi um texto encomendado pelo site Sobre Livros para comemoração de seu 3o. aniversário e que acabou originado uma série de pequenos contos que eu gostaria de trazes esporadicamente (espero que mensalmente pelo menos) mostrado um pouco do dia a dia dos intrépidos moradores da Pensão da Adria e dos demais habitantes que rodeiam os Dragões de Titânia:

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sexta-feira, 27 de setembro de 2013

RESENHA SKOOB - Natan Moraes


SAIU A PRIMEIRA RESENHA de "A Dama da Montanha" no Skoob, aquela rede social literária! E foi do Natan Moraes, que acompanha a série desde o início! CLIQUE NA IMAGEM e veja o que ele achou!


quinta-feira, 26 de setembro de 2013

ENTREVISTA PARA O POLTRONA POP


Ô, da poltrona!
Olha aí o Renato (que não é o Aragão) falando um monte de besteira no Vlog do Poltrona Pop durante a Bienal 2013! Agradecimentos ao amigo Kal J. Moon e toda a trupe do blog!


quarta-feira, 25 de setembro de 2013

RESENHA - "Os Dragões de Titânia - A Dama da Montanha" por Dany Fernandez


UÊBA, saiu a primeira resenha de "A Dama da Montanha", a nova aventura dos nossos Titânicos Dragões feita pela nossa querida Dany Fernandez que veio de Sampa para conferir de perto o lançamento!


_______________RESENHA_____________
por Dany Fernandez

"É sempre um prazer poder voltar à Titânia, rever os velhos amigos e conhecer os outros que estão chegando à Pensão da Adria. 
Dessa vez, o grupo de amigos e sócios da ordem militar Dragões de Titânia partem em busca da tal Dama da Montanha, como foi sugerido no final do livro anterior pela misteriosa Rainha Arani. Claro que isso não acontece antes de alguma procrastinação. Afinal, a ordem está prosperando e sempre que alguém (entenda-se o Khosta) levanta a questão das armas Mágicas e da excursão em busca da tal dama da montanha, aparece um novo e rentável serviço. Além disso, não podemos esquecer que mesmo morando juntos sob o teto da mesma pensão, cada um dos Dragões tem sua vida pessoal. Quer dizer, o que dá para vislumbrar de uma vida pessoal entre uma missão e outra. E é nesse contexto que cada um do grupo se vê obrigado a fazer escolhas. Nem sempre sábias, nem sempre acertadas, mas ainda assim, escolhas… Que podem fazer que com que tudo o que conquistaram vire lembrança. E foi bem aqui que tomei um dos maiores sustos literários desde que comecei a me aventurar pelas terras titanianas (não falo mais nada a respeito, acabo de chegar à tênue linha do spoiller)!
Um dos maiores desafios do grupo de amigos da pensão da Adria no terceiro volume da série, é escolher entre sua vida pessoal e o trabalho como guerreiros. Digamos que numa cidade em que o perigo é constante, e que toda sorte de monstros e assombrações resolvem aparecer sem aviso prévio, o sortimento de trabalho é grande para a Ordem Militar dos Dragões de Titânia, não sobrando muito tempo para namoricos e afins. 
Mas até que ponto vale apena “sacrificar” a vida pessoal pela profissional e vice e versa, até que ponto suas escolhas podem afetar os outros, quando se trata de um grupo? Bom, mais uma vez o pessoal terá que entrar nos eixos no meio de uma missão, que antes de qualquer coisa, está intimamente ligada ao grupo: Descobrir o paradeiro da tal Dama da Montanha. Só assim para saber a origem das doze armas mágicas que alinhavam a história, unindo os personagens e trazendo novos, assim como ter mais informações a respeito de Castelian, o Velho da Torre e a sua obsessão em invadir a misteriosa Ilha do Destino. 
Mesmo sem saber, o grupo embarca numa aventura para salvar não só Titânia, mas dessa vez, todo o mundo que conhecem está sob ameaça de um mal calamitoso e sem precedentes. Como o grupo é grande e as prioridades muitas, os Dragões de Titânia se dividem: Miranda e Alambique partem para Celtária, para colher informações a respeito de um possível paradeiro do Barão Ricardus I, o lambe botas mascarado que serve a Castelian, (que se você não leu os dois primeiros volumes dos Dragões de Titânia não sabe que ele é um big vilão, também conhecido como “velho da torre”), que parece ter se enfiado nas terras de Leemyar (qualquer semelhança com a cidadela de Crônicas de Leemyar NÃO É mera coincidência), enquanto o restante se organiza para partir para as geladas montanhas da terra natal do intrépido mago Khosta, exceto Diane, claro, que partiu em uma viagem romântica com o Lorde metidônio do Wataru. Apesar de parecer uma decisão imatura (digo isso sob meu ponto de vista, você pode achar outra coisa), essa viagem tem um papel muito importante para os Dragões. Outra coisa interessante nesse volume é a visão mais humana que temos dos nossos heróis. Mais humana não quer dizer mais piegas e muito menos mais melosa, a ventura e pancadaria continuam bem servidas e com direito a Hidragões! 
A força da amizade e lealdade são temas ricamente tratados nas linhas de Dragões de Titânia – A Dama da Montanha, a aventura e os combates, o desenvolvimento dos personagens mais uma vez estão de tirar o chapéu, e os rumos que a história vem tomando desde o primeiro volume são surpreendentes! 
Pense numa pessoa que está no mínimo curiosa para saber como isso continua, esta pessoa é essa leitora que vos fala, que está se sentindo órfã, desde que leu a última página. É que, mesmo sem querer, as aventuras dos Dragões viciam: quando viramos a última página nos damos conta que não queríamos que a viagem tivesse terminado! Os cenários são incríveis e os personagens cativantes. Tá, eu tenho os meus favoritos, mas deixarei para falar deles numa próxima resenha, quando sair o quarto volume, da série, certo?"

domingo, 22 de setembro de 2013

FOTOS DA BIENAL DO RIO 2013


Finalmente tomei vergonha e coloquei no ar as fotos do Lançamento de "Os Dragões de Titânia - A Dama da Montanha" e "Uma Guerra de Luz e Sombras" de Eddie Van Feu durante a Bienal do Livro do Rio de Janeiro que rolou no Riocentro no início de Setembro. Se você estiver aí nos fotos, dê sinal lá nos comentários!


Os primeiro vendidos nessa Bienal
















































































































































































HORA DE VOLTAR PRA CASA!!!!